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  Lucia Hippolito
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Mistério

"Se quiserem minha cadeira, vão ter que sujar as mãos. Vão ter que dizer ao Brasil e ao mundo por que querem minha cadeira."

O que será que o senador Renan Calheiros quis dizer com esta frase pronunciada hoje, em meio a um bate-boca com o líder do PSDB (e seu amigo) senador Arthr Virgílio?

E a pergunta que não quer calar: que segredos cabeludos o senador Renan Calheiros conhece a respeito dos cardeais do Senado, para mantê-los acoelhados como estão, vendo o Senado da República se esfarinhar diante da Nação, afogado no deboche, no desprezo pela opinião pública, a caminho da desmoralização total?

Mistério...

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Remédio para incompetência

Durante a campanha eleitoral de 2006, o presidente Lula propôs uma Constituinte exclusiva para elaborar a reforma política.

Levou um contravapor do dr. Dalmo de Abreu Dallari, jurista dos mais respeitados, que em entrevista à Rádio CBN, foi sintético e certeiro: “É golpe.” Em entrevista ao Globo, o ex-ministro Célio Borja, outro respeitado jurista, foi igualmente sintético e certeiro: “É um engodo. Uma idéia infeliz.”

Depois disso, o presidente Lula arquivou o tema. Foi reeleito e nunca mais falou no assunto.
Agora, depois do fracasso dos deputados em construir um consenso sobre alguns temas da reforma política, lança-se novamente a palavra de ordem: Constituinte exclusiva para votar a reforma política.

Quer dizer, então, que a resposta para a inação do Congresso, para a falta de acordo entre os parlamentares, para a incapacidade pura e simples de fazer aquilo para o qual foram eleitos, isto é, legislar, para a inapetência do governo de fazer uma articulação política minimamente decente será sempre uma Constituinte?!

A reforma política não foi realizada porque não houve empenho, porque os caciques preferem deixar tudo como está, porque o Executivo não se interessou. O Poder Executivo é tão poderoso no Brasil, que tudo o que ele deseja acontece.

O que não se pode é banalizar uma Constituinte. Ela não pode ser uma espécie de mantra do qual se lança mão sempre que suas excelências se revelarem incompetentes. Constituinte, Constituinte...

A reforma tributária é complicada, difícil, os governadores não se entendem? Constituinte nela!

A reforma trabalhista é complicada, difícil, as centrais sindicais não entram em acordo? Constituinte nela!

O Congresso está afogado em Medidas Provisórias e perdeu inteiramente a capacidade de legislar? Constituinte nele!

Não é porque a legislatura passada foi a pior de toda a história do Congresso brasileiro, não é porque a legislatura atual parece ir pelo mesmo caminho que vamos abolir a democracia representativa baseada em partidos.

Condenar todos os políticos como se fossem portadores de todos os vícios é atitude excludente, mesquinha e fascista, comparável a condenar toda a OAB porque alguns advogados transformaram-se em comparsas e pombos-correio de traficantes e do crime organizado.

Uma democracia representativa digna do nome não existe sem partidos e sem políticos. Se não gostamos dos atuais, vamos eleger outros.

Já houve outros períodos na História do Brasil em que o fosso entre representados e representantes alargou-se excessivamente. Periodicamente, militares arvoravam-se em defensores da sociedade e tentavam preencher este fosso. Deu no que deu.

Hoje, não há mais o menor perigo de golpe militar. Mas os eleitores indignados com os políticos precisam ficar atentos, porque podem estar servindo de massa de manobra para um golpe dado por civis.

E civis eleitos para representar o povo brasileiro.


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75 anos depois

Parabéns aos paulistas pelo dia de hoje!

Junto-me a vocês, porque também sou paulista (de Bauru).

A Revolução Constitucionalista de 32 foi o início de um novo São Paulo, que superou os perrepistas da República Velha, fundou um novo estado, promoveu uma nova gente e se transformou num dos principais pilares do novo Brasil.

E principalmente: sem a Revolução Constitucionalista, não haveria o Código Eleitoral de 1932, e Getúlio não teria convocado as eleições de 33, que elegeram a nova Constituinte.
Sem isto, o Brasil do século XX não teria existido.

Todos nós, brasileiros, somos devedores dos paulistas.

Viva o MMDC! (Miragaia, Martins, Dráusio e Camargo)

Parabéns a São Paulo!



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Cristo Redentor, braços abertos sobre a Guanabara

Minha alma canta, vejo o Rio de Janeiro.

Que notícia boa! Faz bem à alma do Rio. E por que não? Do Brasil inteiro. Afinal, o Cristo Redentor é uma imagem que conta com o carinho de todos os brasileiros.

Saber que o Cristo é uma das sete maravilhas do mundo moderno, tendo sido a terceira mais votada, é uma alegria!

E hoje, dia do anúncio do resultado, a natureza estava em festa no Rio. Céu de um azul infinito, nenhuma nuvem, de modo a destacar o Cristo recortado no céu da Guanabara.

Estamos todos felizes e de parabéns!

Um bom fim de semana a todos

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A chapa está esquentando

O destino de Renan Calheiros vai ficando dia a dia mais complicado. Cada fim de semana que os senadores passam em suas bases é um festival de cobranças por parte dos eleitores.

E por que está todo mundo interessado? Porque o escândalo Renan Calheiros é popular.

Precatórios não são fáceis de entender, emendas direcionadas e obras superfaturadas não dão muito ibope. Mas amante, filho fora do casamento, vingança de ex-amante, mulher que perdoa, dinheiro em malas, ah, isso parece novela. E todo mundo acompanha. Resultado: o escândalo Renan Calheiros caiu na boca do povo.

A opinião do Senado vem mudando dia a dia. No início, estavam todos dispostos a absolver Renan. Afinal, como disse um senador de alto coturno, ali todo mundo tem sua Monica e todo mundo tem o seu lobista. (Com as raríssimas e honrosas exceções de praxe, é claro).

Mas a arrogância do senador Renan Calheiros, a petulância de se esconder atrás da cadeira de presidente do Senado, a manipulação do Conselho de Ética, sem contar as notas frias e as mirabolantes peripécias agropecuárias, tudo isto foi botando caraminholas na cabeça dos senadores.

O colégio de cardeais, antes acoellhado por tentativas de intimidação por parte de Renan e seus áulicos, finalmente saiu da toca, e 14 senadores, um atrás do outro, pediram o afastamento de Renan Calheiros da presidência do Senado. Mas o homem resiste.

Agora temos a ameaça de não haver recesso do Congresso, marcado para o dia 18. E por quê? Porque Renan considera que o Congresso pode trabalhar um pouco mais? Não, senhor. É porque o Congresso (Senado + Câmara) só entra em recesso depois de aprovada a LDO, a Lei de Diretrizes Orçamentárias.

Ocorre que os deputados estão em rebelião aberta contra Renan e não aceitam ser presididos por ele. Uma solução seria passar a presidência para outro, mas seria uma prova de que Renan não agüenta o tranco. Ele prefere não convocar a reunião do Congresso, e assim evitar o confronto.

Com isso, o Conselho de Ética não precisaria interromper os trabalhos e o caso Renan terminaria mais cedo.

Dizem que Renan considera que perdeu a parada no Conselho de Ética e joga todas as suas fichas no plenário. Afinal, o voto para decidir se cassa ou não o seu mandato é secreto.

Mas, como dizia o dr. Tancredo, voto secreto dá uma vontade de trair...

Renan sabe que sua maioria no plenário fica a cada dia mais precária, mais magrinha. Portanto, quanto mais cedo seu processo for julgado, maiores as suas chances de escapar da cassação.

O mesmo voto secreto que serviu para absolver muitos mensaleiros confessos na Câmara dos Deputados pode servir para cassar o mandato do senador Renan Calheiros.

Como se diz no interior, pau que dá em Chico, dá em Francisco.



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Este blog é um espaço democrático

Alguns de vocês me pedem para moderar os comentários, como forma de evitar patrulhamentos, xingamentos e baixarias.

Lamento, mas não vou atendê-los. Aliás, não lamento. Não vou censurar nem meus pensamentos nem minhas palavras.

Senti muito medo durante a ditadura. Exilada dentro do meu próprio país, como muitos que não sofreram as dores (e algumas delícias, por que não?) do exílio no exterior, muitas vezes não pude dizer o que pensava, porque meus amigos e familiares eram constantemente ameaçados.

Decidi não sentir medo durante a democracia. Tenho orgulho de ter combatido a ditadura dentro das minhas modestas possibilidades e de ter ajudado, também dentro das minhas modestas possibilidades, a pavimentar o caminho para a democracia.

Não vou ter medo. Nem de cara feia, nem de palavra feia.

Não tenho a menor pretensão de querer que as pessoas pensem como eu. Tenho a deslavada pretensão de querer que as pessoas pensem. Ponto.

Posso conviver com o conflito, com o dissenso. Aliás, consenso total é muito monótono, não é mesmo? A gente cresce no debate, pensa melhor, procura novos argumentos. Até muda de idéia.

Benjamin Franklin, um dos pais fundadores da Independência americana, disse uma vez: “Espero que Deus me dê muitos anos de vida, para que eu possa mudar de idéia muitas vezes.”

Persuasão é a palavra-chave da democracia. Não se impõe uma idéia. Tenta-se persuadir o interlocutor da justeza de suas idéias.

Portanto, meus caros freqüentadores desse blog, espero dissuadir os vândalos intelectuais com argumentos e com a colaboração de vocês.

Estou certa de que nós, unidos, ganhamos deles. Esta é uma briga que vale a pena brigar.

Conto com vocês.


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comentário enviado pelo ouvinte Jackson Antonio Passos (publicação autorizada)

Estamos vendo no cenário politico brasileiro a causa ou uma das causas mais efetivas da paralisia, que engessa o desenvolvimento econômico-social do país.

Nós não merecemos tanta desonestidade, tanta incompetência, tanta falta de vergonha e pudor pela coisa PÚBLICA.

O estrago é tão grande que termina contaminando toda a sociedade. O taxista rouba, o cobrador de ônibus rouba etc. Enfim, não são todos, até porque, a grande maioria do povo brasileiro ainda é honesta.

Até quando? Até quando esses marginais fardados de autoridades vão nos empurrar para a mesma vala na qual a sua maioria está imersa?

Um fato que mais nos deixa triste é que a sociedade não se mobiliza. A nação está morrendo na UTI e os "cirurgiões", formadores de opinião, as instituições de credibilidade, ainda que poucas, não mobilizam o povo para dar um ultimato à classe política, ao judiciário e ao executivo(fonte corruptora), para que mudem de postura e seja banida a corrupção institucionalizada que assola o BRASIL.

A corrupção existe em todo canto do mundo, até na Nova Zelândia há corrupção, mas é preciso baixar para índices toleráveis. E com isso menos pessoas sofram por falta de educação, saneamento, saúde, oportunidades iguais para todos.

Essa é a DEMOCRACIA que queremos.



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Palocci não aprendeu nada

Quando Napoleão foi derrotado pelos ingleses em Waterloo, o marquês de Talleyrand, um dos mais refinados políticos do seu tempo, lutou pela volta da dinastia de Bourbon ao trono da França, e a coroa foi para Luís XVIII.

Mas o monarca e seu sucessor, Carlos X, demonstraram a mesma arrogância, o mesmo desprezo pelo povo, que levaram Luís XVI e Maria Antonieta à guilhotina. Não aprenderam as lições da Revolução Francesa.

Em vista disso, Talleyrand cunhou a frase que ficou famosa, a respeito dos Bourbons: “Não aprenderam nada e não esqueceram nada.”

E por que cargas d’água estou trazendo este assunto ao blog?

Porque assisti hoje, no Bom Dia, Brasil, a uma cena que cabe como uma luva na frase de Talleyrand: o atual deputado Antonio Palocci (PT-SP), dando uma carteirada no aeroporto de Guarulhos ontem à noite.

Absolutamente olímpico e indiferente ao sofrimento de centenas de pessoas que penavam mais um dia de completo caos nos aeroportos.

Como ministro, Palocci cometeu um dos maiores crimes num regime democrático: como agente público, usou a mão pesada do Estado para intimidar um cidadão indefeso.

Isto é inadmissível na democracia.

O ministro da Fazenda é dono dos nossos segredos. Não pode utilizá-los em proveito próprio, para nos intimidar.

Desde a Magna Carta, em 1215, o cidadão vem sendo protegido contra o arbítrio do Estado e seus agentes.

O que Palocci fez com o caseiro Francenildo é imperdoável. Crime hediondo mesmo.

Mas isto é Brasil, o país da impunidade dos poderosos. Palocci foi eleito deputado e desfila garboso pelos salões do país, enquanto o caseiro Francenildo está desempregado.

Afinal, quem quer contratar um caseiro “dedo-duro”?!

Pois ontem, Palocci mostrou que, tal como os Bourbons, não aprendeu nada nem esqueceu nada.

Não aprendeu que não se pode usar a função pública em benefício próprio, não aprendeu que ser agente público é para servir ao público e não se servir do público, não aprendeu que precisa prestar contas de seus atos à sociedade.

Mas Palocci também não esqueceu como se dá uma boa carteirada. Não esqueceu que no Brasil todos são iguais perante a lei, mas alguns são mais iguais do que outros.

Pobre país.



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Renan faz cara de paisagem

Olhem que este Congresso Nacional já viu de tudo.

Tiroteio em plenário, violação do painel de votação no Senado, mensaleiro confesso absolvido na Câmara, deputado cafajeste arrancando microfone da Mesa da Câmara, dança da pizza, galerias jogando dinheiro sobre os deputados no plenário. Enfim, não se trata de um convento de freiras carmelitas.

Mas poucas vezes as paredes do Congresso Nacional assistiram a um espetáculo tão constrangedor como o de hoje.

Finalmente, os cardeais do Senado saíram da toca. O coro foi puxado pelo líder do PSDB, Artur Virgílio. Seguiu-se a ele o presidente do PSDB, Tasso Jereissati, que ocupou por mais tempo a tribuna.

Os apartes se sucederam. Ironicamente, todos rendendo homenagens ao senador Renan Calheiros. E todos pedindo o seu afastamento da presidência do Senado. Demóstenes Torres, Eduardo Suplicy, Marisa Serrado, Marconi Perillo, Cristóvam Buarque, Pedro Simon, Jarbas Vasconcelos.

Um a um os cardeais foram se manifestando, pedindo o afastamento do presidente do Senado, para que a desmoralização da casa pudesse ser interrompida.

E o que fez Renan? Continuou presidindo a sessão do Senado, ouvindo barbaridades de corpo presente... E fazendo cara de paisagem.

Realmente, perdeu-se qualquer resquício de pudor...


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Desabafo enviado pelo ouvinte Antonio Carlos Lemos Garcez a todos os senadores e senadoras (publicação aqui no blog devidamente autorizada por ele)

SENHOR(A) SENADOR(A)


SE VOCES ENTERRAREM O CASO RENAM POR CAUSA DE ERROS NO PROCESSO, ESTES, ERROS FORAM COMETIDOS PELO PRÓPRIO SENADOR RENAM CALHEIROS, POIS, FOI ELE QUE ENCAMINHOU PARA O CONSELHO DE ÉTICA E FOI ELE QUE SOLICITOU A POLICIA FEDERAL.VOCES ESTÃO PROTEGENDO O QUE? QUAL É O MEDO DE SE FAZER O QUE TEM QUE SER FEITO?

ISSO É UMA VERGONHA, É UM DESRESPEITO COM O ELEITOR, VOCES ESTÃO SE VIRANDO PARA O PAÍS, PREOCUPADOS APENAS EM MAIS PODER, EM TER O PODER A QUALQUER CUSTO, SEM ESCRUPULOS, SEM ÉTICA, SEM VERGONHA DE ENGANAR OS BRASILEIROS.

É PRECISO PARAR COM ISSO , É PRECISO MAIS RESPEITO.

COM RELAÇAO AO SENADOR RENAM CALHEIROS, O PROBLEMA NÃO É MAIS SE PAGOU COM DINHEIRO DE EMPREITEIRA ( QUE EU ACREDITO QUE FOI ISSO ), MAS, AGORA É POR QUE ELE MENTIU , MENTIU, MENTIU COM A APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS QUE QUALQUER UM SABE QUE SÃO IMPOSSIVEIS DE SE MOSTRAREM VERDADEIROS, COISA DE MAGICO , COISA DE GENTE QUE SE ACHA ACIMA DE QUALQUER UM, QUALQUER PODER, OU DE GENTE QUE SABE QUE TEM MUITA, MAS MUITA GENTE DE RABO PRESO E CHEIO DE SEGREDOS PERIGOSOS, OU SEJA, TUDO ISSO ME CHEIRA A CHANTAGEM DE PODER.............EU, UM SIMPLES CIDADÃO PENSANDO ASSIM..............

IMAGINA QUEM SABE DAS COISAS!!!!!!!

ESTÁ MUITO DIFICIL ACREDITAR NOS SENHORES E CRER QUE ESTÃO AÍ POR UM PAÍS MELHOR.

POR UM BRASIL MELHOR E MAIS ÉTICO E JUSTO


ANTONIO CARLOS LEMOS GARCEZ











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  PERFIL
   
 

Lucia Hippolito é cientista política, historiadora e jornalista, especialista em eleições, partidos políticos e Estado brasileiro. É comentarista política da Rádio CBN desde 2002. Faz comentários também para o Uolnews e para a Globonews.

Colaboradora de vários jornais e revistas, debatedora dos programas Sem Censura (TVE/Rede Brasil) e Debates Populares (Rádio Globo AM-Rio), é também autora de vários livros sobre política, dentre os quais "PSD de raposas e reformistas", publicado pela Editora Paz e Terra e premiado como melhor obra de ciência política pela Anpocs (Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciências Sociais); e "Política. Quem faz, quem manda, quem obedece", escrito em co-autoria com João Ubaldo Ribeiro, publicado pela Editora Nova Fronteira. Mais recentemente, escreveu "Por dentro do governo Lula. Anotações num diário de bordo", publicado pela Editora Futura.


e-mail:
lucia.hippolito@sgr.com.br


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